Entenda porquê pensar na forma impacta a narrativa


Não é a primeira vez que falamos aqui sobre meio e mensagem. Neste link você pode conferir o que já falamos sobre isso. Mesmo que já tenhamos pincelado algo sobre esse tema, sempre é um bom momento para trazer de volta o menino McLuhan.

Digo isso porque agora mais do que nunca precisamos aprender a pensar meio. O mercado publicitário tem um péssimo vício de pensar apenas resultado e pular o processo. Porém, em um mundo multitela é indispensável que pensemos narrativa aplicada ao canal. Afinal, já estamos um pouco cheios de ver propaganda horizontal veiculada na vertical.

Sabe de uma coisa curiosa? Nunca vi nenhum anúncio impresso em busdoor que na verdade estava em formato de flyer. Se até quem pensa mídia offline está prestando atenção ao meio, por que motivo a galera do digital não faz o mesmo?

Um anúncio veiculado no formato errado pode estragar completamente a sua narrativa. E os problemas vão desde má leitura do que está em tela até objetos fora de enquadramento. Isso sem falar no ruído gerado na comunicação (o nosso maior inimigo).

Uma mensagem veiculada sem pensar no meio pode afetar não só a narrativa da campanha mas pode criar uma má história para quem a veiculou. Ou seja, o seu anúncio ganha forma que vai além do meio e acerta a agência pela culatra.

Logo, na hora de pensar sua próxima campanha faça um favor para o seu público, para sua agência e, claro, para sua própria narrativa: pense no meio. Ele vai moldar a sua história e vai ajudar a contá-la. Pode ser o seu maior amigo ou seu pior inimigo.

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