Como as novas mídias mudaram a publicidade?


Que o mercado publicitário virou de cabeça para baixo depois da internet não é novidade pra ninguém. Com a chegada das redes sociais um mercado inteiro ficou à mercê dos algoritmos e decisões de pessoas como Mark Zuckerberg (Facebook) ou Jack Dorsey (Twitter).

Mas vamos parar para pensar com calma. Como anunciávamos e como são as novas práticas? Você já parou para pensar com calma e analisar como se faz comercial pra TV e como se escreve narrativa pra internet?

Em TV sempre tivemos o que vou chamar aqui de modelo clássico: um breve anúncio de 15 a 30 segundos (1 minuto se você tiver muita grana pra queimar) anunciando características do seu produto. O tempo é curto e a grana é alta, logo, faz bastante sentido que as peças sejam objetivas a esse ponto.

Já na internet é outra história. Podemos entendê-la com um guarda-chuva: existe algo que sustenta tudo, mas a profusão de canais é infinita: Instagram, Facebook, Youtube, Google Ads, Twitter, sites, blogs, portais. E eu nem vou entrar no mérito de modalidades de formato de cada canal.

Aqui a coisa muda um pouco de figura. Muitos canais podem significar uma dispersão muito grande. E alocar recursos entre a miríade de oportunidades é uma tarefa, digamos, hercúlea. Mas isso também permite que falemos com mais frequência. E aí que está o pulo do gato. Com mais espaço e tempo disponível as marcas podem se dar ao luxo de falar outras coisas (e devem). É como sempre digo por aqui: ninguém vai entrar no Facebook se perguntando o que a marca tem para lhe dizer. Portanto é necessário que, além do seu produto, você fale sobre tudo que envolve o universo da sua marca.

Você vende veículos? Que tal falar sobre os diferentes modelos, manutenção ou grandes nomes do automobilismo? Vende celulares? Tudo bem, fale de tecnologia, inovação, robótica. Alimentos? Ensine receitas pro seu público.

Percebe o padrão? Não adianta mais, nos dias de hoje, querem falar só sobre o seu produto. O consumidor não está nem aí. Vivemos na era da informação. Ou você entrega valor pro seu público ou volta pra mídia offline.

Isso vale para qualquer canal online. Para cada um você embala o conteúdo de uma forma, mas no final das contas o que vale é informação relevante que se entrega ao consumidor.

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