A internet é a resistência LGBT+


Desde que as redes sociais surgiram o poder da internet só aumenta. O grande lance é que toda essa conexão acabou se tornando uma grande ferramenta para algumas minorias políticas. Um exemplo é a comunidade LGBT+.

Com a consolidação do Youtube como plataforma de criação de conteúdo, um dos formatos que mais se destacaram foram os vlogs. Pouco a pouco, alguns influenciadores começaram a falar sobre sexualidade e até canais específicos para esse público foram fundados.

O objetivo desse texto não é contar a história dos canais LGBT+ no Youtube, mas sim mostrar sua importância, especialmente nos dias de hoje. Graças a canais como o Canal das Bee, Põe na Roda, Mandy Candy, Ariel Modara, Transdiário, Lucca Najar e muitos outros, vários jovens e adultos estão conseguindo se entender, se aceitar e o mais importante: percebem que não estão sozinhos.

Com a naturalidade que esses canais expõem o universo LGBT+, os espectadores, sejam eles pertencentes a esse universo ou não, conseguem perceber que não existe nada errado com sua identidade de gênero, sexualidade e entendem que têm direito a felicidade e respeito.

Talvez você ache que toda essa percepção é um exagero, porém, mesmo a internet do Brasil sendo uma das piores existentes, ela consegue atingir muita gente. Não é todo mundo que tem o privilégio de morar em uma cidade grande, ou em uma família liberal. É nessas horas que esses canais são ainda mais necessários. Quando parece não haver esperanças, um simples play muda e até mesmo salva a vida de uma pessoa. Esses são mais exemplos do que temos falado nos últimos textos, como no o Conteúdo é Rei, e ele pode ser sinônimo de respeito, inclusão, amor e cidadania. É aquela velha história que muitos ainda não entenderam: representatividade é tudo.

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